For the first time

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E daí que, em meio aos probleminhas da vida de gente grande, você descobre essa música* e !

 

“She’s all laid up in bed with a broken heart, while I’m drinking jack all alone in my local bar and we don’t know how, how we got into this mad situation, only doing things out of frustration, trying to make it work but man these times are hard!

She needs me now but I can’t seem to find the time…I got a new job now in the unemployment line and we don’t know how, how we got into this mess. Is it a God’s test? Someone help us, ‘cause we’re doing our best trying to make it work but man these times are hard!

But we’re gonna start by drinking old cheap bottles of wine, sit talking up all night saying things we haven’t for a while. We’re smiling but we’re close to tears. Even after all these years we just now got the feeling that we’re meeting for the first time.

She’s in line at the dole with her head held high while I just lost my job. I didn’t lose my pride and we both know how, how we’re going make it work when it hurts. When you pick yourself up you get kicked to the dirt…Trying to make it work but man these times are hard!

Oh these times are hard. Yeah they’re making us crazy, don’t give up on me baby….

But we’re gonna start by drinking old cheap bottles of wine, sit talking up all night saying things we haven’t for a while. We’re smiling but we’re close to tears. Even after all these years we just now got the feeling that we’re meeting for the first time.”

 

 

 

 

 

 

 

* For the first time, The Script. Mas recomendo a versão do Boyce Avenue.

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A mais nova senhora de quase 30, e seus cabelos brancos.

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Aconteceu uma das coisas que eu menos queria na vida. Pelo menos, não antes dos 30. Pelo menos, não antes de ser mãe. Pelo menos, não antes de ter um emprego melhor. ACHEI MEU PRIMEIRO FIO DE CABELO BRANCO. É……
Foi tão traumatizante quando me olhei no espelho e o maldito estava lá, que cheguei a ficar ofegante e taquicárdica, sem exagero. Então, entre malabarismos e com a pinça na mãe, arranquei o dito cujo, sem nem considerar o que diz a lenda, que se você arranca um fio de cabelo branco, nascem outros tantos no lugar.
Fiquei mirando-o na pinça, estupefata, almejando profundamente que aquilo fosse um terrível pesadelo do qual eu logo acordaria, aliviada. Masssss, não era. Era, sim, a mais cruel realidade da vida, da idade e do tempo a me atacar naquele instante.
Estava só em casa, e liguei aos prantos para o namorido, que riu de mim e disse que aquilo era uma bobagem. Tentei recorrer ao meu pai, que, de igual forma, achou tudo muito engraçado. Deitei na cama, e percebi, em meio às lágrimas, que aquele era um drama pelo qual eu teria de passar só.
Sempre soube que quando isso me acontecesse eu me assustaria. Mas, também sempre achei que isso ainda estaria deveras distante. Afinal, poucas rugas possuo. Não tenho pés de galinha, tampouco a pele de meu rosto é flácida. Ainda estou na casa dos 20 (os últimos dias, é fato, mas ainda estou!!!). Como posso já ter cabelos brancos? Como pode o “envelhecer” estar ali, tão presente em mim, na minha realidade??? Eu, que outro dia era uma garota que tinha medo de ir a escola, e que chorava se, quando terminasse a aula, a mãe não estivesse lá para buscar? Justo eu, que ainda ontem aprendia a ler, e penava para perder os dentes de leite? Como era possível que eu, com lembranças, memórias e recordações ainda TÃO VIVAS de minha infância e adolescência, via, naquele instante, minha juventude começar a se esvair diante dos meus próprios olhos, e de forma tão palpável??
Sim, bem sei que ter 29 não é ter 9, nem 19. Sei que, depois dos 25, muita coisa em meu corpo mudou…comecei a me cansar com mais facilidade, engordar mais facilmente, dentre outras coisas…Já tinha diversos indícios de que estava envelhecendo, como quando, por exemplo, primos meus que eram mais novos e que vi nascer já estão casando, outros já tem até filhos. Minha afilhada, de quem outro dia eu trocava as fraldas, vai fazer 15 anos. Já ter saído do colégio a 13 anos. Da faculdade a 7 anos…mas nenhuma dessas situações foi tão forte quanto a que narro agora.
Não me considero vaidosa. Sou, aliás, penso eu, até menos do que deveria. Mas, dessa vez, foi difícil aceitar.
Guardei o desgraçado do fio.
E não consegui fazer mais nada decente pelo resto do dia…
Namorido chegou do trabalho, e me encontrou deitada no sofá da sala, com a TV no mute, olhando para o ventilador do teto. Ele veio, me fez recostar em seu peito, e eu desabei. Peguei, então, o fio e mostrei a ele. É um fio curto, o que significa que é recente. Ele olhou, sorriu, e disse: “Ta bom, agora pode jogar fora, né? Não precisa guardar pra se torturar!”. E foi o que fiz. Quer dizer, a parte do guardar. Quanto a tortura, bem, já não sei…
Só o que sei é que ainda estou um tanto quanto torpe com essa descoberta. E que eu, que pensava em escurecer o cabelo, agora vou mantê-lo loiro com mechas ad eternum.
E sei, também, que o tempo, de fato, é IM-PLA-CÁ-VEL!
Espero que eu seja daquelas pessoas “maduras” que não queira esconder a idade, nem faça plásticas ou use botox a ponto de desfigurar-se. Espero que eu aprenda, como já aprendi tantas coisas na vida, a encarar isso e as demais agruras do avanço etário com calma, resignação…ESPERO!!! Muito embora, no momento, isso tudo me pareça um tanto quanto impossível.

Amantes, amigos e platonicidade.

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Mulher casada, com dois filhos. Aparentemente infeliz. Não há nos olhos dela aquele brilho de paixão, aquele ranso de felicidade ao falar do marido, quiçá ds filhos. Ela o trai. Adultera…tem “amigos” secretos, com quem conversa horas a fio, especialmente pela internet. seu marido, é claro, nem sonha que sua amada e idolatrada esposa é dessas, mas é. Das piores, eu diria. Porque é sonsa. É fingida. Há quem diga que ela tem motivos para tanto…que seu marido não a trata bem, que ela e ele são diferentes demais, opostos até, que ele é feio, indelicado, rude e ciumento. Isso justifica a atitude da adúltera? Cada um responda por si. Tenho cá comigo minhas opiniões. Só sei que ter que se submeter a um relacionamento por conveniência, para mim, seria tal qual a morte. Estar com alguém por costume, mais do que por amor deve ser igual estar em uma gaiola. Parece-me que, na cabeça dela, sua atitude não é equivalente a um adultério. Ela, na verdade, quer iludir-se com isso. O que se diz, em inglês: “denial”. Porque ela não rompe com tudo, logo? Covardia? Medo?  Não saberia dizer……Quem a conhece, diz sentir pena. Vive se escondendo. Esconde-se, vivendo. Entre telefonemas, sussurros, saídas mentirosas, torpedos, e-mails lidos, respondidos e deletados. Pobre mulher casada e amante, que situação mais humilhante, repugnante, degradante.

Princesa

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Sei que há contas a pagar. E há razões pra terminar. A semana toda ficou para trás. Ela tem trabalhado demais. Como seria melhor se não houvesse refrão nenhum.Mas há…E no seu apartamento ela se esquecia de tudo. Parecia uma princesa! Não se importava com o resto do mundo, e largava os pés em cima da mesa. Como seria melhor se não houvesse refrão nenhum.Mas há…E no seu apartamento ela se esquecia de tudo. Não havia contratempo…Ela segurava o seu coração e largava as roupas pelo chão!

 

É…faz tempo que não apareço por aqui…Razão? Uma mistura de falta de tempo com falta de inspiração com esquecimento. Por isso, resolvi postar essa música (Princesa, de Ludov) que eu tava escutando ontem no carro, depois de achar um pendrive velho perdido na bolsa. Então lembrei do quanto eu gosto dela, do clipe, da época em que eu a ouvia diuturnamente, e da sensação que ela sempre me trazia. E ainda traz. Só que um  pouco diferente…diferente porque a letra dessa música descreve, com uma quase perfeição meu atual momento, minha rotina diária. Contas a pagar, razões para terminar (e outras mais fortes, para continuar). Trabalho demais. Eu esqueço do resto do mundo quando tô em casa, sozinha. Não largo os pés em cima da mesa, mas definitivamente ando seminua e posso não me importar com o meu cabelo, maquiagem, brincos, etc.  Contratempos, que pena, há sim. Mas nem tantos. Às vezes, por mais vezes do que eu gostaria, me sinto sim com o coração na mão. Só que não largo roupas pelo chão, pois bagunça não é comigo! rsrsrsrsrsssss

 

E assim meus dias têm passado. Com a calmaria mais constante e presente do que a tormenta (ufa, ainda bem!!). Rotinas que me agradam, fazer comidas novas, legais e gostosas (outro dia aprendi a fazer Yakisoba, acreditam??)…não, não, não, é uma vida perfeita! Quero outro emprego. Preciso de mais dinheiro. Tenho que trocar a porta do box blindex do banheiro, que quebrou, pintar o quarto de hóspede, consertar o ar condicionado e o teclado do notebook, comprar um tapete grande e felpudo e macio e escuro pro meu quarto, e por aí vai…….meu cotidiano tem me agradado. É a vida que eu queria, e quero, e escolhi pra mim. E tô, sim, satisfeita por isso, sem que signifique que eu não queira mudar melhorar ainda mais!! 

 

É isso!!

 

Prometo que tento voltar ao menos mais uma vez antes do ano terminar.

Assistam!!!!

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http://www.youtube.com/watch?v=qS5huBUmIzg

Antigamente Belém tinha…

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tuneldemmangueirasNão nasci aqui em Belém, mas me considero paraense de sangue. Falo “égua!”, tomo açaí com pirarucu/camarão/charque e amo maniçoba. Por causa do emprego do meu pai, já morei em alguns outros lugares. Mas, acabávamos sempre voltando pra cá. Eu mesma, por inúmeras vezes, já falei mal daqui e quis ir embora (pra SP, especificamente), mais do que outra coisa! Hoje, acho que aquietei. Já tentei tanto ir embora e nunca deu certo, então entendi que é pr’eu ficar por aqui mesmo. E tenho aprendido, dia após dia, a gostar da Cidade das Mangueiras, enxergar suas qualidades e colocá-las (bem) acima dos defeitos. Assim, hoje decidi reunir algumas das minhas melhores lembranças que incluem a cidade como cenário. Tenho a chamada “memória fotográfica”, então por vezes minhas recordações chegam a ter detalhes demais. Por isso, tenham paciência comigo, ok?! rsrsrsrs Vamos lá?

 

ANTIGAMENTE BELÉM TINHA….

…duas sorveterias maravilhosas, onde sempre ia com minha mãe, meu pai e minha irmã: Santa Marta e Tip-Top. São tantas as lembranças desses dois locais!!! Na Stª Marta, meu pai pedindo baurú e dizendo que aquele era o melhor sanduíche da cidade, os 4 sentados no balcão da Tip Top, profundamente indecisos diante do quadro imenso dos mais diversos sabores (nunca vi sorveteria que tivesse tantos!!). E tantas outras pequenas recordações, que podem ser bobas e simples aos olhos de quem lê, mas que pra mim, foram marcantes. Hoje, nenhuma das duas existe mais. No lugar da Santa Marta, existe outra sorveteria, e no antigo ponto da Tip Top, se não estou enganada, há uma farmácia. E abriram uma Tip Top recentemente em oturo lugar, mas ainda não fui lá.

 

Antigamente Belém não tinha Shopping, e nossas compras se restringiam ao comércio (“Lá em baixo”! rsrsrsrs), às lojas Mesbla e Visão, e à Braz de Aguiar. Quantos sábados inteiros dentro da Visão e da Mesbla, passeando, comprando, sorrindo, sonhando, vivendo…eu, minha mãe e minha irmã. Meu pai preferia não estar presente nesses momentos! rsrsrs E a Braz?? A dita rua Augusta (ou seria uma OscarFreireWannaBe???). Lá fazíamos religiosamente as compras de fim de ano antes de viajarmos.

 

Antigamente Belém não tinha Estação das Docas. Então, aos domingos, quando sempre almoçávamos fora, na maioria das vezes depois íamos tomar sorvete na Escadinha. Sei, lá não tinha nada…mas eu apreciava tanto aqueles  momentos!!

 

Antigamente Belém tinha apenas cinemas de rua. E eu tenho recordações preciosas demais do Palácio, Nazaré, Olímpia, Cinemas 1, 2 e 3! Titanic, Jurassic Park, a estreia de Harry Potter, o final de Senhor dos Anéis, e os sagrados filmes dos Trapalhões e da Xuxa, a cada férias escolares. Como não lembrar de Lua de Cristal e de Uma Escola Atrapalhada???

 

Antigamente, Ananindeua era muito longe, e o Distrito Industrial, mais ainda! E íamos todo sábado pro sítio do meu tio, localizado nesse então fim de mundo. No carro, era como se fizéssemos uma verdadeira viagem, com direito a lanche no meio do caminho. Eu, minha irmã e meus primos no banco de trás (e as vezes até no porta-malas!! hahaha) cantando, contando, gargalhando!

 

Antigamente o Aeroporto da cidade era bem diferente…e a coisa mais gostosa era poder ir pra “sacada”, ver o avião decolar/pousar, e começar a acenar praquele amigo/ente querido que embarcava/chegava, descendo/subindo da escada. É, antigamente no aeroporto de Belém não haviam os fingers…

 

Antigamente em Belém, no final de semana do Círio, a Av. São Jerônimo (hoje José Malcher) mudava de sentido. Minha avó morava lá, e achávamos tão estranho. Depois, fizeram com que a mudança fosse permanente.

 

Antigamente em Belém tinha Boss, Mamma Mia e Jumbo. Não tinha Mc Donalds, nem Pizza Hut, nem Líder Top.

Antigamente em Belém tinha

Antigamente em Belém nao havia engarrafamento, e o açaí era comida popular (do povão mesmo).

É…desconfio que a Belém de antigamente superava, em diversos aspectos, a atual!

Baú da Vergonha *

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baú

Sabe aqueles itens/manias mais cafonas que todo mundo tem? Pois é, eu também tenho. E, pensando bem, talvez sejam mais do que “apenas” 5 itens, como a lista da TPM sugere.

Voilá! Está aberto o baú da vergonha da pessoa que vos fala!!! #Medo

 

 

1 – Snoopy e a Turma do Charlie Brown.

Ah gente, tem jeito não: eu AMO essa turminha. Sei que pra outros pode parecer brega, mas pra mim não é nem um pouco! Minha paixão vai desde bonequinho pendurado no carro, passando por wallpapers, chaveiro, canetas, blusas e, claro, dvds! às vezes, também fuço o youtube atrás dos desenos animados (tipo esse, ó). Em resumo: todo objeto que encontro por aí, compro, e se não compro, piro!

 

Os dvds que tenho:

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wallpaper

Wallpaper atual do meu notebook.

 

Wallpaper do meu celular

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Fiquei com preguiça de tirar foto da camisa e do bonequinho pendurado no meu carro! Smiley mostrando a língua

 

2 – Laura Pausini.

Eu assumo: é cafona sim. Mas, a-do-ro!! Quantas vezes já não me esgoelei e choraminguei cantando Non c’è, Seamisai, Due Innamorati Come noi…quantas tardes ociosas passadas na banheira da casa da minha mãe (quando ainda morava lá), cantarolando Come se non fosse stato mai amore e até fiz um a versão em português (sim, sou cafona a este ponto!!!) que só eu conheço e que tenho certeza que viraria sucesso se eu tivesse coragem de mandar pra alguma gravadora!  hahahahahah E tem mais: gosta dela cantando em italiano mesmo. Nada de espanhol nem português, muito menos inglês (tem coisa pior que italiano speaking english??)

CD LAURA PAUSINI - 1994laura e por aí vai……! #cafona

 

 

3 – Dirty Dancing.

Confesso: AMO DE PAIXÃO, o que deve tornar isso mais cafona ainda. Tenho dvd, soundtrack e até o soundtrack parte 2 (raríssimo!). Sei praticamente t-o-d-a-s as falas desse filme. E sempre quero chorar e sair dançando Now I’ve Had The Time of My Life no final. Uma das frases que mais amo na minha vida vem desse filme: I KNOW I LET YOU DOWN, BUT YOU LET ME DOWN TOO.

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baby

Sou TÃO cafona, que até na hora de ilustrar o post, exagero na cafonice. E não tem nada mais cafona que exagero!

 

 

 

 

coxinhas4 – Coxinha de frango.

Sou louca por elas, desde criança. Prefiro as tradicionais, sem catupiry. Tem coisa mais cafona do que gostar desses salgadinhos?? Massss, tô nem aí! Eu deveria, certamente, me importar sim com a quantidade extra de calorias e gorduras que elas possuem (hello, fri-tu-ra!!). Só que dou graças que, no geral, não sou fã de frituras, então minha consicência fica menos pesada. Detalhe: só a consciência, né? rsrsrsrs

 

 

 

 

Sérião…água na boca só de olhar essa foto!

 

colonia-johnson-johnson-hora-do-sono-200ml5 – Colônia Johnson & Johnson.

Sempre-toda-vez-religiosamente, após o banho que sempre tomo antes de dormir. E isso deve ser cafona, proque perfume de bebê é perfume de bebê, e não de gente grande.

 

 

 

 

 

 

 

Ah, gostei tanto e me descobri mais cafona do que imaginava, que acho que em breve sairá o Baú da Vergonha parte II! Alegre

 

 

 

 

 

 

 

* Inspirado na sessão de mesmo nome, da Revista TPM.