Amantes, amigos e platonicidade.

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Mulher casada, com dois filhos. Aparentemente infeliz. Não há nos olhos dela aquele brilho de paixão, aquele ranso de felicidade ao falar do marido, quiçá ds filhos. Ela o trai. Adultera…tem “amigos” secretos, com quem conversa horas a fio, especialmente pela internet. seu marido, é claro, nem sonha que sua amada e idolatrada esposa é dessas, mas é. Das piores, eu diria. Porque é sonsa. É fingida. Há quem diga que ela tem motivos para tanto…que seu marido não a trata bem, que ela e ele são diferentes demais, opostos até, que ele é feio, indelicado, rude e ciumento. Isso justifica a atitude da adúltera? Cada um responda por si. Tenho cá comigo minhas opiniões. Só sei que ter que se submeter a um relacionamento por conveniência, para mim, seria tal qual a morte. Estar com alguém por costume, mais do que por amor deve ser igual estar em uma gaiola. Parece-me que, na cabeça dela, sua atitude não é equivalente a um adultério. Ela, na verdade, quer iludir-se com isso. O que se diz, em inglês: “denial”. Porque ela não rompe com tudo, logo? Covardia? Medo?  Não saberia dizer……Quem a conhece, diz sentir pena. Vive se escondendo. Esconde-se, vivendo. Entre telefonemas, sussurros, saídas mentirosas, torpedos, e-mails lidos, respondidos e deletados. Pobre mulher casada e amante, que situação mais humilhante, repugnante, degradante.

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